A manifestação do presidente Egídio depois da Justiça suspender provisoriamente a Comissão Procesante

Foto: Rogério Pires/CMB

Serenidade. Este é o sentimento que o Informe absorveu da conversa com o presidente da Comissão Processante que analisa o pedido de cassação do vereador afastado Almir Vieira (PP), Egídio Beckhauser (Republicanos), sobre a decisão judicial que mandou suspender os trabalhos desta comissão.

  “Tem que ser respeitada integralmente”, disse Egídio, lembrando que a comissão não realizará novos atos e com isso novos prazos serão recalculados, anunciando que Procuradoria Jurídica da Câmara tentaria reverter a decisão judicial.

A tese acatada na concessão da liminar pela justiça, a da ilegitimidade do denunciante, no caso Odair Tramontin, pré-candidato a deputado estadual, não é a mesma que a defesa tentou colar na última reunião da Comissão, de suspeição do presidente da Comissão.

Egídio diz acreditar na Justiça, destacando a Jurisprudência no STF, sinalizando onde pode parar o debate jurídico.

E lembra que a decisão do desembargador relator Diogo Pítsica é temporária, remetendo a deliberação ao colegiado, no caso, outros dois desembargadores.

“Em algum momento vai se resolver”, diz Egídio Beckhauser prevendo o debate jurídico que vem pela frente.

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