O PL, que definiu seus candidatos ao Senado com antecedência, sofreu dois reveses entre os suplentes, anunciados um dia antes da convenção do último sábado.
Os suplentes de Caroline de Toni seriam dois empresários, mas um teve que abrir mão. Juliano Custódio, empresário de Balneário Camboriú, foi anunciado como primeiro suplente, mas foi obrigado a abdicar por conta de incompatibilidade com suas atividades profissionais. No seu lugar, entra um suplente que já foi senador, pelo menos por um tempo.
Será Beto Martins, ex-prefeito de Imbituba, ex-secretário de estado, que foi o segundo suplente de Jorginho Mello (PL), que, quando eleito governador, abriu a vaga para Ivete Silveira (MDB). Por quatro meses, Beto Martins assumiu no lugar de Ivete em 2025.
O segundo suplente é de Blumenau, o empresário Andrey Tomazi.
Já a suplência de Carlos Bolsonaro segue como anunciada, pelo menos por enquanto, antes do encerramento do prazo das inscrições no TRE, no dia 15 de agosto. O problema é outro. Com o anúncio do ex-prefeito de São Lourenço do Oeste, Rafael Caleffi, vieram a público manifestações dele contra o pai de Carlos, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em 2022, na época no MDB, Caleffi chamou Jair Bolsonaro de “ogro”, disse que o ex-presidente perdeu a oportunidade para promover o desenvolvimento no país e criticou a gestão dele durante a pandemia. O vídeo com a entrevista do ex-prefeito ganhou forças nas redes sociais, mas até o momento está “prestigiado. Hoje ele está filiado ao PL. O segundo suplente vem da religião, o pastor da Igreja Quadrangular de Joinville, Balduíno Ferreira.



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