Deu trabalho, pouca gente vai assistir, mas o Informe Blumenau tinha obrigação de fazer um compilado do que acompanhou e gravou na reeunião da Comissão Processante desta segunda-feira. 4, que analisa o pedido de cassação do vereador afastado Almir Vieira (PP).
Talvez o áudio não seja o ideal, a imagem por vezes tremida e tenha um final abrupto entre gravações. Mas é um documento do que aconteceu. É claro, tem na íntegra no canal do YouTube da Câmara, reproduzido pelo Informe aqui. Mas aqui vai um resumão.
Paulo Mundt e o primeiro embate
O ex-secretário de Esporte de Blumenau Paulo Mundt foi o primeiro a prestar depoimento como testemunha na Comissão Processante da Câmara de Blumenau que analisa a cassação do vereador afastado Almir Vieira. Entenda a estratégia da defesa e veja o primeiro embate entre o presidente da Comissão, Egídio Beckhauser, e o advogado de defesa, Diego de Oliveira.
Os demais embates
Por mais de uma vez o presidente da Comissão Egídio Beckhauser e o advogado Diego de Oliveira se enfrentaram nos microfones. Egídio questionava o lado que a defesa queria levar e o advogado a importância para os argumentos a serem apresnetados. O cima chegou a esquentar, a ponto do relator Jean Volpato intervir.
Almir frente a frente com Egídio
Certamente o momento mais esperado era o depoimento de Almir Vieira, foco da comissão. Ele negou qualquer ilícito, disse que a Comissão atuava de forma precipitada, atribuiu o movimento a uma disputa política, que estaria sendo perseguido, centrando a artilharia em Egidio Beckhauser. Também fez questão de destacar as dificuldades pessoais que passava.
Entrevistas
Ao final, os colegas presentes gravaram com os membros da Comissão. O vereador afastado Almir Vieira não quis gravar, nem seu advogado. Confira as falas do presidente e relator.



Para quem assistiu, notou-se que o presidente da comissão por várias interferiu nas perguntas do advogado , com alegações infundadas , parecia o Alexandre de Moraes quando conversava com advogados no caso do 08/01/23 .Mas o advogado soube responder a altura e dentro do escopo da comissão . O vereador esta sendo acusado de “rachadinha” mas até o momento ninguém falou o nome de quem recebia os valores e para ser “rachadinha” , necessário ser um servidor público ou comissionado . Nos depoimentos ficou claro que existe divergências políticas no caso e pelo que vimos e ouvimos na comissão processante , algo errado não esta certo . A comissão fez uma ou duas perguntas as testemunhas e ao vereador Almir , perderam a oportunidade de sanar todas as dúvidas. Mas ficou estranho, pois o nome mais falado não foi do Vereador Almira e sim o presidente da comissão . Não é estranho ?