PSOL entra na Justiça contra o decreto que desobriga a vacina contra a covid na rede escolar de Blumenau

Foto: reprodução

Era uma questão de tempo. Mas o PSOL foi a primeira organização social a ingressar com uma ação judicial para sustar o decreto municipal 15.090, assinado pelo prefeito Mário Hildebrandt (Podemos) nesta semana, desobrigando pais de crianças em idade escolar de apresentarem atestado de vacina contra a Covid.

“Trata-se de uma política pública que atenta contra o direito à saúde de toda a coletividade e, principalmente, de crianças e adolescentes”, diz um trecho da ação direta de inconstitucionalidade, com pedido de medida cautelar.

Em dezembro de 2023, o Ministério da Saúde emitiu uma nota técnica integrando a vacina pediátrica da covid-19 ao Calendário Nacional de Vacinação a partir de 1º de janeiro de 2024, fazendo que o imunizante seja obrigatório às crianças com base no Estatuto da Criança e do Adolescente.

O entendimento do prefeito de Blumenau – e de outras várias Prefeituras catarinenses -, externado ao anunciar o decreto, é de que a “vacina segue opcional, conforme recomendação do Ministério da Saúde”, relembre aqui.

Em 2019, um decreto em Blumenau determinava a obrigatoriedade de apresentação da vacina contra  paralisia para matricular-se nas escolas. Em junho de 2022, novo decreto determinou a obrigatoriedade de apresentação de atestado comprovando que a criança ou adolescente matriculado tenha recebido as vacinas obrigatórias previstas no Calendário Nacional de Vacinação do Ministério da Saúde.

 

1 Comentário

  1. Bando de alucinados, vivem de ações judiciais, cada pai ou mãe sabe o que é melhor para seus filhos….acabou a novela Mariele, não tem mais como acusar a direita, agora se metem na Vida particular do cidadão. Venham exigir que eu vacine meu filho, venham….vão trabalhar, bando de desocupados.

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*