Uma semana antes do prazo limite para substituir a operação existente hoje nas escolas e CEIs da rede pública municipal, a administração Egidio Ferrari (PL) apresentará nesta sexta-feira, às 13h30, o que pretende, a curto prazo, no lugar da vigilância armada. Será na Comissão de Segurança Escolar da Câmara de Blumenau.
A operação a ser substituída é a prestada pela Orcali, que não pode ter o contrato renovado por conta da determinação judicial no bojo da operação Sentinela, realizada pelo GAECO em maio. Não é possível firmar novo contrato com a empresa, e o atual vence no dia 26 de junho, daqui a uma semana.
A empresa também é responsável pela zeladoria e limpeza destes espaços. São 442 funcionários, dos quais cerca de 100 atuam como vigilantes em 126 unidades escolares.
Desta vez, em primeira mão para os vereadores, pelo menos da Comissão, a Prefeitura apresentará o que pensa para substituir serviços complexos como estes em apenas um final de semana. O novo serviço tem que começar dia 29 de junho.
Quando o prefeito anunciou o fim do contrato com a Orcali, no dia 8 de junho, a Câmara, em especial os vereadores da base, ficou sabendo pela imprensa. Relembre aqui.
O Informe Blumenau apurou que o prefeito Egidio Ferrari (PL) se arrependeu de ter usado o termo “porteiro” quando anunciou a troca, por conta das características em relação à atuação de vigilantes armados e à repercussão que causou. Há uma proposta na mesa, para que se chame de agente de segurança escolar, e outra de vigilante, que não precise estar armado.
Independentemente da nomenclatura, o que pega é saber como vai funcionar. Especialmente num primeiro momento, o da transição. É o que deve ser explicado na reunião desta sexta-feira na comissão.





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