A inauguração da nova megaloja Havan em Blumenau, no dia 9 de maio de 2026, transcende o simbolismo comercial e se posiciona como um caso exemplar do que o Brasil poderia ser, e do que infelizmente ainda não é, quando seus empreendedores recebem o ambiente necessário para prosperar. Num país em que o Estado frequentemente se apresenta mais como obstáculo do que como parceiro, o avanço da obra, sua magnitude estrutural e o impacto social que gera refletem o poder transformador da iniciativa privada quando orientada por visão, ousadia e espírito público.
A inauguração da nova megaloja Havan em Blumenau, no dia 9 de maio de 2026, transcende o simbolismo comercial e se posiciona como um caso exemplar do que o Brasil poderia ser, e do que infelizmente ainda não é, quando seus empreendedores recebem o ambiente necessário para prosperar. Num país em que o Estado frequentemente se apresenta mais como obstáculo do que como parceiro, o avanço da obra, sua magnitude estrutural e o impacto social que gera refletem o poder transformador da iniciativa privada quando orientada por visão, ousadia e espírito público.
Não se trata de simples varejo. Trata-se de energia econômica. De geração de oportunidades. De confiança depositada em uma terra que, apesar dos pesares, continua a acreditar no trabalho. Cerca de 200 novos empregos diretos foram criados, um número expressivo num cenário em que políticas públicas frequentemente falham em promover condições básicas para a empregabilidade. E é nesse ponto que a figura de Luciano Hang, fundador e principal “garoto” propaganda da Havan, se destaca como símbolo de uma mentalidade que o Brasil precisa urgentemente multiplicar.
Hang personifica uma característica que falta na elite empresarial brasileira: coragem moral aliada ao compromisso com a coletividade. Ele investe onde muitos temem. Constrói onde outros recuam. E, sobretudo, demonstra que o empresário não precisa ser um agente isolado e autocentrado; pode, e deve, ser um protagonista do desenvolvimento social. Sua insistência em crescer no Brasil, mesmo enfrentando entraves institucionais, revela uma convicção profunda, a de que o país tem potencial, mas carece de liberdade econômica para florescer plenamente.
A verdade é que o progresso brasileiro não nasce de gabinetes. Não surge de políticas que cerceiam, travam, regulam e punem quem produz. O crescimento que sustenta cidades, famílias e regiões brota da iniciativa privada, dessa força que gera empregos, movimenta mercados, aumenta arrecadação e melhora a vida das pessoas sem pedir aplausos ou favores. Se dependêssemos apenas da ação estatal, estaríamos condenados ao imobilismo e à miséria, como tantos exemplos históricos demonstram.
A nova Havan de Blumenau, portanto, é mais do que um empreendimento. É um manifesto silencioso, porém eloquente, sobre o pouco Brasil que ainda pode existir, um país onde empreendedores comprometidos com o bem comum encontram espaço para transformar suas ideias em prosperidade compartilhada. É a prova viva de que, apesar de todos os entraves, é a iniciativa privada que sustenta o avanço nacional e evita que o país caia em colapso econômico e social.
Num tempo em que o Brasil precisa urgentemente de direção, exemplos como o de Luciano Hang nos lembram que a verdadeira mudança não depende de discursos, mas de ação. E que, enquanto houver empresários que compreendam seu papel na sociedade e bancam esse compromisso com trabalho, investimento e coragem, ainda existe esperança para este país…
Edson José de Souza, engenheiro e empreendedor






Excelente artigo !
Parabéns Edson !
Sua percepção e narrativa
foram perfeitas.
Exatamente. Investimentos assim mostram que desenvolvimento não nasce de discursos, regras ou narrativas. Nasce da ação, de gente disposta a empreender e correr riscos.
Belo texto.
Parabéns Edson.
Mesmo diante de uma carga tributária elevada e da burocracia excessiva, a iniciativa privada segue demonstrando sua força ao gerar empregos, impulsionar a economia e contribuir de forma concreta para o desenvolvimento do país. Precisamos valorizar os que tem coragem de empreender em nosso Brasil.
O artigo de Edson José de Souza é uma análise precisa sobre como o complexo aparato burocrático e a abusiva carga tributária do Estado brasileiro sufocam quem produz, configurando o pior obstáculo ao nosso desenvolvimento pleno. Nesse cenário de entraves, Luciano Hang se destaca como um visionário que realmente acredita na força do país, resgatando o pioneirismo dos antigos empreendedores que impulsionaram a histórica industrialização do Vale do Itajaí e trouxeram prosperidade a Santa Catarina. A nova megaloja da Havan é a prova de que o progresso real brota da iniciativa privada. Para o Brasil avançar, é urgente reduzir o peso do Estado e oferecer incentivos para quem investe e gera empregos no próprio país. Como seria perfeito se o Estado direcionasse seu olhar para a criatividade e o potencial de desenvolvimento do povo brasileiro! Acredito na força das políticas públicas para o desenvolvimento, mas elas, por si só, não são capazes de conduzir o Brasil a um ciclo permanente de desenvolvimento e progresso.
pra quem prega menos estado! O artigo é bem ipóceita
O ponto central aqui é a resiliência do capital privado diante da insegurança jurídica. Quando o Estado atua como um gerador de fricção, o custo de oportunidade para o país não é apenas o imposto pago, mas o investimento que sequer chega a ser planejado pela aversão ao risco institucional. A execução de projetos dessa magnitude se torna um exercício de resistência operacional, mais do que comercial.
a pessoa que escreveu o artigo esqueceu de mencionar que o empresário SUPOSTAMENTE irá fechar a havan do shopping neumarkt….
peça de opinião tá mais pra puxa-saco do que outra coisa.. pelo jeito qualquer um consegue postar aqui