Blumenauense faz parte do movimento Brasil 200

Foto: www.joinews.com.br

Empresários de peso do cenário nacional lançaram no dia 17, o manifesto Brasil 200, em referência aos 200 anos da independência do Brasil – a se comemorar em 2022, data que coincide com o fim do mandado do próximo presidente.

Entre os signatários deste movimento estão Flávio Rocha, presidente da Riachuelo: Luisa Trajano, do Magazine Luisa; Sebastião Bomfim, da Centauro; Alberto Saraiva, do Habbibs, entre outros.

De Santa Catarina estão Luciano Hang e os blumenauenses Sonia Hess Souza, da ex-Dudalina, radicada fora daqui,  e Ericsson Luef, da centenária Companha Hemmer.

Quer dizer que este povo todo vai colocar seu nome a disposição e ser testado nas urnas em 2018?

Não necessariamente. Podem apoiar candidatos que se alinhem com as ideias do movimento.

Mas alguns sim, como Ericsson Luef , pré-candidato a deputado federal pelo PMDB.  Conversei hoje com ele. “Queremos fazer valer o que nós pensamos, queremos uma libertação do pais para fazer algo diferente, pois o modelo está falido.”

Ericsson está há pelo menos um ano e três meses trabalhando para ser candidato, conversando e amarrando com lideranças de várias partes do Estado.

O grupo, é claro, defende posições liberais e mais eficiência no serviço público.

O lançamento do movimento Brasil 200 foi destaque na imprensa nacional, até pelo peso de quem está por trás. Você pode conhecer mais aqui.

Reproduzo o manifesto divulgado nesta semana.

MANIFESTO

O Brasil está numa encruzilhada. Depois da pior recessão e dos mais graves escândalos da sua história, seremos convocados neste ano de 2018 para uma eleição geral que escolherá os principais representantes da população para o período que terminará na simbólica data dos 200 anos da independência. O país ficou independente, mas o cidadão brasileiro ainda não.

Como ser independente com tanta insegurança, com tantos brasileiros sofrendo pela falta de oportunidades de trabalho ou de leitos nos hospitais, de estudo fundamental e formação profissional, de uma moradia digna, de opções de transporte que atendam e de um ambiente que celebre quem produz e gera empregos e riqueza para todos?​

O Brasil 200 anos é um movimento apartidário da sociedade civil, de brasileiros que amam o país e sabem que amar a nação não é fechar os olhos para seus problemas ou buscar soluções fáceis e erradas para problemas complexos e graves. Não é hora de malabarismos ou feitiçarias, de promessas novas que disfarçam velhas práticas, não se brinca com o destino de 200 milhões de pessoas.

Não defendemos nomes, lutamos por idéias. Qual país você quer na comemoração do bicentenário? Em quatro anos não é possível fazer tudo, mas é possível fazer muito. E é isso que o Brasil 200 anos está propondo: uma mobilização da sociedade para que a classe política conheça as demandas da população e se comprometa com elas no próximo mandato.

Este não é um movimento ideológico, mas um conjunto de princípios sustentado por valores sólidos e que refletem o pensamento majoritário da população e não de grupos de pressão ou que lutam por privilégios privados às custas do bem público. O Brasil precisa de idéias que gerem oportunidades para todos, que tirem as amarras do espírito empreendedor dos brasileiros que trabalham ou que querem trabalhar.​

Nem tudo que fizemos nestes dois séculos foi errado, mas há muito o que ser revisto e melhorado. Um país que não conhece sua história terá sérias dificuldades de construir seu futuro. Vamos refletir juntos sobre o que deu certo ou errado, analisar o que pode ser melhorado, oferecer aos candidatos e partidos nossas propostas, firmar compromissos públicos e  cobrar deles sem descanso, durante os próximos quatro anos, o cumprimento das promessas.

O Brasil 200 anos quer ouvir você. Se você quer contribuir com idéias, propostas e soluções para o país, fale conosco. Políticos não são a solução, hoje eles são o problema. Cabe a nós, brasileiros, filhos da pátria amada que não fogem à luta, mostrar a eles o que queremos e o que vamos cobrar deles nos próximos anos.

5 Comentário

  1. Se Ericsson Luef quer realmente agregar em algo que comece mudando de partido.. ou acham que em Brasília como deputado pelo PMDB será o representante de tudo que nós Catarinenses queremos e lutamos ?

    Mas lembrando que esse Sr. não faz nem 30 mil votos, portanto passará LONGE de ser eleito, talvez belisque uma vaguinha como Suplemente e olhe lá.

  2. Que o eleitor comece nestas próximas eleições a DEPURAR toda a classe política que tão bem nos rem repre$$$$$$$$$$$$$$entado.

    Fora Napoleão Bernardes Neto, Dalírio Beber, Décio Lima, Temer, Jean Kuhlmann, Ana Paula Lima, Paulo Bauer, amiguinho do Temer que até viaja com ele à Rússia, João Paulo Kleinubing e quejandos!

    Será uma dura lição aos defenestrados e um solene aviso aos entrantes: comportem-se, meninos!

    Alcino Carrancho
    (O Defenestrador)

  3. Ressalvo, com o meu pedido de desculpas:

    …que tão bem nos tem repre$$$$$$$$$$$$$$entado.

  4. Que bom ver empresários deste porte se manifestando desta maneira em relação ao nosso País. Umas das nossas fraquezas notadamente é termos uma elite
    que só se preocupa com ela mesma. Estes demonstram ser diferentes.

  5. Todos canalhas, grandes cretinos, apoiadores das Reformas Trabalhistas e Previdenciárias. Acham que o trabalhador honesto é o problema.

    Se quisessem lutar por algo, lutariam por uma Reforma Tributária. Parasitas!

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