Análise | E o MDB, hein?

Foto: divulgação

Olha, não tenho as estatísticas, mas lembro de algumas postagens do Informe que, se não tinham este título, tinham um conteúdo similar ao que vamos escrever agora. Acontece a cada dois anos, sempre no período eleitoral. Parte do MDB vai para um lado, parte vai para outro, mostrando que a identidade construída por lideranças históricas ficou no passado, dizendo muito sobre como o partido é, no presente, um mero coadjuvante.

Esta introdução é para relatar o encontro entre o governador Jorginho Mello (PL) e lideranças do MDB, com cerca de 55 prefeitos e deputados estaduais e federais. Presentes Antídio Lunelli, Fernador Krelling, Jerry Comper e Emerson Stein, todos da bancada estadual, além de Valdir Cobalchini, da bancada federal e a senadora Ivete Silveira. A pré-candidata ao Senado pelo PL, Caroline de Toni, também participou Foi nesta terça-feira, na capital.

Lembrando que o partido, por meio de sua direção estadual, está na aliança em torno da candidatura de João Rodrigues (PSD), devendo inclusive emprestar o vice, muito provavelmente o presidente Carlos Chiodini.

Lembrando também que este MDB e este mesmo Chiodini estavam no projeto original de Jorginho, também na condição de ter o nome do candidato a vice na chapa, mas foram abandonados no meio do caminho, trocados pelo ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva, do Novo.

Nada foi definido no encontro, até porque as convenções partidárias que carimbam as candidaturas acontecem a partir da segunda quinzena de julho. Mas o objetivo de Jorginho foi atingido: mostrar o racha no MDB catarinense e tentar alvejar a aliança do seu principal adversário.

 

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