O Informe Blumenau, como outros veículos de imprensa, noticiou nesta terça-feira mais uma operação do GAECO, o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público de Santa Catarina, sobre um esquema de lavagem de dinheiro, que envolvia uma família de Gaspar e Blumenau, que ganhava dinheiro com recursos de contratos públicos de coleta de lixo, nenhum em Blumenau. A “matriarca” da família, dona da empresa, já foi presa na Operação Mensageiro.
O diferente, nesta operação, é que houve uma prisão a mais, não planejada pelo GAECO. É de uma advogada, representante da Comissão de Prerrogativas da OAB Subseção Blumenau, indicada para acompanhar mandados executados na Operação do GAECO contra um outro advogado. Em qualquer operação policial que envolva advogados, a OAB é chamada para estar presente e acompanhar a ação, tarefa da Comissão de Prerrogativas.
A advogada foi presa em flagrante, acusada de impedir ou embaraçar, de qualquer forma, a investigação sobre uma organização criminosa. A suspeita é que ela teria avisado investigados e colegas dela sobre a ação antes de acontecer. Foi levada para o presídio de Itajaí, onde permanecerá. Na noite de terça-feira, a desembargadora Cinthia Schaeffer converteu a prisão de flagrante para preventiva.
Em breve traremos mais informações sobre as acusações contra ela.
O Informe Blumenau entrou em contato com a assessoria da OAB Blumenau, que prometeu se manifestar nesta quarta-feira.




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