Secretário de Educação de SC sinaliza que aulas não retornam em agosto

Foto: Cristiano Estrela / Arquivo / Secom

Muito dificilmente o decreto do Estado restringindo as atividades escolares não será renovado. A afirmação é do secretário de Educação de Santa Catarina, Natalino Uggioni, durante a reunião remota do comitê estratégico para retomada das aulas presenciais em Santa Catarina, formado por 15 instituições, nesta sexta-feira, 10.

Ele deixou claro que não há data determinada para o retorno das aulas presenciais, por dois fatos: o agravamento da condição sanitária, conforme panorama apresentado pela Secretaria de Estado da Saúde durante a reunião, e os danos causados pelo ciclone na estrutura das escolas estaduais e escolas municipais.

O decreto 630/2020, estabelecido pelo Governo do Estado, suspende até 2 de agosto as aulas presenciais nas redes privada e pública, nas esferas municipal, estadual e federal, incluindo educação infantil, ensino fundamental, nível médio e educação de jovens e adultos (EJA). O secretário ressaltou que o retorno das aulas presenciais será autorizado apenas quando as informações técnicas da Secretaria de Estado da Saúde indicarem condições favoráveis para tal decisão.

Os protocolos de retomada das aulas presenciais estão sendo definidos por um comitê que reúne 15 instituições, incluindo a Secretaria de Estado da Educação (SED), Secretaria de Estado da Saúde (SES), Defesa Civil de Santa Catarina, Tribunal de Contas (TCE-SC), Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC), Comissão de Educação, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Santa Catarina, Conselho Estadual de Educação (CEE), Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Federação Catarinense dos Municípios (Fecam), Sindicato das Escolas Particulares de Santa Catarina (Sinepe), União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação (Uncme), Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Santa Catarina (Sinte), Sindicato dos Trabalhadores em Instituições de Ensino Particular e Fundações Educacionais (Sinpro) e Federação de Trabalhadores do Magistério (Fetam).

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