O negacionismo de uma parte da nação

No sábado, o Informe Blumenau postou nas redes sociais o fato que o Brasil ultrapassou as cem mil mortes, com base nas informações do consórcio de  imprensa formado por grandes empresas da mídia nacional. E me chamou a atenção a reação de boa parte das pessoas para quem a informação chegou.

Muitas pessoas xingaram o Informe e este jornalista – estamos ficando acostumados -, como se estivéssemos passando alguma notícia falsa ou tendenciosa. Como não fui eu que escrevi – foi o competente e cuidadoso Fernando Krieger -, por descargo de consciência fui olhar se tinha alguma palavra mal colocada, algo do tipo. Mas não havia uma vírgula fora de lugar, e sim a reprodução de uma notícia nacional.

Boa parte dos comentários era negando a representatividade da notícia, como se houvesse um interesse “escuso” em dar tal notícia. E diminuindo a importância do triste fato.

Neste momento, no mínimo, recomenda-se o silêncio em homenagem aos mortos e em solidariedade com as famílias. Mas não.

É o efeito do desserviço que  o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) faz para o país no combate a pandemia, ficando apenas nesta área.

Um presidente que não agrega, que não lidera, que não acalma, que  não une. Que cria sua pós-verdade, ignorando a ciência e história. Que não tem compaixão, muito menos empatia.

Que fala para os surdos que o seguem cegamente.

8 Comentário

  1. Estamos nos sentindo como os alemães nos anos 30. É preciso que a mídia pare de cair no jogo deles, tratar os bolsominions como os palhaços adestrados que são, é preciso rir deles.

  2. Covarde mesmo, são os prefeitos que estão esvaziando os comprimidos de Cloroquina, só pra tentar provar que ela não funciona.

  3. Lamento o número de mortes sim, fico triste e tenho consciência que poderia ser um ente querido meu, todavia o comentário acima é repugnante. Não vejo motivo para rir, passamos 16 anos de complôs com empreiteiras, construíram estádios de futebol superfaturados, ao invés de fazerem hospitais… Artistas, parte de servidores públicos federais e parte da imprensa com certeza preferem criticar e apontar erros atuais (zona de conforto e privilégios), ao invés de contribuir para um melhor sistema de saúde e uma retomada da economia, enfim são os pessimistas de plantão. Dizem que vivemos uma neo ditadura, mas ao meu sentir, são os pseudos defensores da democracia (simpatizantes da Coreia do Norte, Cuba e Venezuela) ainda não conseguiram entender o resultado das urnas em 2018.

  4. Ainda que o presidente não seja inocente, mas nesse caso a maior culpa é sim dos governadores, prefeitos autorizados pelo stf e médicos (do mal) que escondem a cura da população, mas quando são eles, familiares, amigos afetados pela peste, são os primeiros a usar NO INÍCIO os protocolos da hcloroquina ou ivermectina!
    O maior desserviço de Bolsonaro talvez seja a não divulgação em rede nacional, com depoimentos dos médicos das inúmeras curas por esses protocolos!

    Como aqui, nos EUA o criminoso Fauci proíbe esses medicamentos porque tem ações na bolsa da Gilead – fabricante do caríssimo Remdevisir!!
    O gado manipulado assustado vai logo aceitar também as caríssimas vacinas!
    OU SEJA, TUDO É INTERESSE FINANCEIRO E NÃO SALVAÇÃO DE VIDAS!

  5. Egoísmo bem assimilado pelos usuários de viseiras e cabresto, einprosit

  6. Corrigindo o cícero: bolsonaro matou cem mil pessoas por interesse financeiro do fabricante da cloroquina, que apoiou sua campanha.

    “OU SEJA, TUDO É INTERESSE FINANCEIRO E NÃO SALVAÇÃO DE VIDAS!”

  7. Caro Marcos, ou jumento acéfalo como queira… é tudo igual.
    Diga isso aos milhares no mundo todo e aqui que foram curados por esse remédio. Diga também aos inúmeros doutores como Dr. Lair Ribeiro, Alessandro Loiola, Marcos da amazonia, Alvaro Galvão, Dra. Lucy kerr, Marina Bucar, Nise, Naomi Yamaguchi….etc que são TODOS gananciosos por dinheiro do fabricante da cloroquina!

  8. Bebezinho cicero, mamãe não ensinou educação e a não espalhar mentiras? É hora de tomar seu leitinho quente e deitar na caminha com seu ursinho.

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