Ivan Naatz com pé fora do PV

Foto: divulgação ALESC

Durou pouco o segundo romance de Ivan Naatz com o Partido Verde, que acabou o levando para a Assembleia Legislativa. O deputado contratou um advogado, especialista em legislação eleitoral, para garantir seu desembarque, sem perda de mandato.

A briga jurídica de Naatz já tinha começado com uma ação que buscava garantir sua presença na Executiva Estadual, pelo fato de ser o único parlamentar do partido e portanto líder da bancada, condição que garantiria sua vaga no comando da sigla.

Ivan Naatz diz que nunca foi chamado para um reunião da sigla desde sua eleição. Falou que o presidente estadual, Guaraci Fagundes, tinha pedido para que a esposa dele e o irmão, Guarany Fagundes, presidente da sigla na capital, fossem nomeados assessores no gabinete do parlamentar, o que foi feito, mas em seguida, teriam sido exonerados.

“Eles não apareciam para trabalhar. Questionei e a resposta foi que eram cargos políticos do partido”, disse Naatz.

Outro desgaste é que os dirigentes considerariam o deputado muito “bolsonarista”, nas palavras do próprio Naatz.

O Ivan Naatz nós conhecemos bem, é um outsider da política, nunca foi um cara de partido. Mas a chama a atenção, a incapacidade do PV em tentar manter seu único deputado estadual.

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