O Estado necessário
Como sempre defendeu, Marina Silva, pré-candidata pela Rede, quer chegar à Presidência com uma proposta de via alternativa.
A presidenciável sempre teve uma postura de centro, nem contra e nem pró mercado.
“Historicamente as eleições foram ganhas sem rótulos.”
“Chega de rótulos, no nosso caso, estamos dizendo que queremos um Estado necessário.”
As palavras foram ditas em entrevista no escritório da Bloomberg em São Paulo.
Round 2
Em carta divulgada nesta terça-feira, 03, Lula disse que “desafia seus acusadores” a apresentarem provas contra ele até o dia 15 de agosto, quando o petista promete registrar a sua candidatura na Justiça Eleitoral.
“Não cometi nenhum crime. Repito: não cometi nenhum crime. Por isso, até que apresentem pelo menos uma prova material que macule minha inocência, sou candidato a Presidente da República”, diz.
FHC quer centro progressista
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso voltou a defender um bloco de centro, mas segundo o tucano, o bloco precisa ser “progressista”.
“Tem que ser um centro popular, progressista. Não é o centrão, juntar os interesses fisiológicos de cada partido, senão dá na mesma coisa que hoje”.
Pra não dar PSDB, MDB, esses aí?
Hasta la vista, baby!
Tempo em que as redes sociais ganham um papel importante e até perigoso em processos eleitorais do mundo todo, ter muitos seguidores pode ser uma demonstração de popularidade.
Uma análise feita pelo Instituto InternetLAB, com uma ferramenta chamada Botometer da Universidade de Indiana (EUA), mostra que há indícios de compra de seguidores pelos pré-candidatos ao Planalto.
Álvaro Dias (Podemos) é a maior porcentagem entre seus seguidores no twitter:
dos 408.732 seguidores, 64% seriam robôs.
Alckmin (PSDB): 46% de 992.735 seguidores;
Marina Silva (REDE): 36% de 1.914.200 seguidores;
Bolsonaro (PSL): 34% de 1.187.867 seguidores;
Ciro (PDT): 32% de 165.113;
E Lula (PT): 22% de 336.905 seguidores.
Em média 37,4% dos seguidores de todos os “prés” seriam robôs.



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