A surpreendente decisão de um desembargador federal de plantão, que queria através de um canetaço, divergir de decisões anteriores de colegas e tribunais, foi um susto institucional, que mostra nossa “insegurança jurídica”.
Neste domingo, plantão, o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, acolheu habeas corpus autorizando a liberdade do ex-presidente Lula (PT), de forma “imediata”. Logo em seguida, o desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator dos processos da Lava Jato em segunda instância, determinou que a decisão não fosse cumprida.
No meio deste tempo, o juiz Sérgio Moro, juiz de 1ª instância responsável pela condenação atual do ex-presidente, foi o primeiro manifestar sobre a “quase” soltura de Lula.
Tudo errado. E que mostra como somos reféns também deste povo da Toga.
No caso deste domingo, o juiz que fez a bagunça toda foi filiado ao PT e trabalhou no Governo Lula.
Somos recorrentes na crítica a políticos, sem olhar com a devida lupa como funcionam as coisas em outras esferas públicas.
O Poder Judiciário brasileiro desnuda-se a cada sentença. É refém – e faz parte – dos diferentes interesses de quem tem influência.
Transpassa o ranço ideológico e tem representantes em todos partidos e tribunais.



Lugar de ladrão é na cadeia! assim teríamos que soltar Cabral, Cunha, Eike Batista, Palocci, Fernandinho beira mar, Nem…
A OAB deveria se manifestar pelos motivos e currículo que levaram a indicar este cara para compor o TRF-4.
Jogo de marketing do PT.
Agora , alguém diga ao deputado Décio Lima para para de falar que o povo catarinense apoia
o Ladrão , é uma vergonha para Santa Catarina .