Santa Catarina tem hoje sete pré-candidaturas ao Governo do Estado. Isso mesmo, sete. Três delas são bastante conhecidas dos eleitores: Jorginho Mello (PL), tentando a reeleição; João Rodrigues (PSD) e Gelson Merisio (PSB), políticos com passagens pela administração pública e pelas casas legislativas. Representam partidos tradicionais.
Os quatro outros concorrentes são os chamados “nanicos”, aqueles que concorrem por partidos diminutos, sem representatividade eleitoral.
Dois são do campo da extrema esquerda e dois da direita.
Laís Chaud é pré-candidata pelo Unidade Popular, sigla que tem 499 filiados no estado, segundo dados do TSE, e nenhum representante com mandato eletivo. Laís é psicóloga, com atuação em movimentos sociais. Em sua apresentação, o partido se coloca “radicalmente defensor do socialismo para lutar contra todas as formas de exploração e opressão, para combater o capitalismo, o imperialismo e construir o poder popular como alternativa para acabar com a fome, o desemprego e a miséria que ameaçam nosso povo.”
Ainda no campo da extrema esquerda, Marcus Sodré será o nome do PSTU – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados ao governo de Santa Catarina, estado onde conta com 299 filiados, de acordo com a Justiça Eleitoral. Marcus é professor de história. Já teve candidatos à Presidência da República, mas nunca elegeu ninguém no país.
Entre os nanicos do campo da direita, está Marcelo Brigadeiro, um lutador e comentarista de MMA. Ele é pré-candidato pelo recém-criado Missão, que nasceu do MBL. São 1.111 filiados em Santa Catarina. Será a primeira participação eleitoral do Missão e de Brigadeiro.
Por fim, Ralf Zimmer Júnior, advogado e ex-defensor público, que concorreu ao cargo de governador na eleição passada, quando fez 3.828 votos, então pelo PROS. Hoje está no PRD, criado em 2022. Das siglas acima, é a que tem mais tradição, pois é uma fusão do PTB e Patriotas e conta com políticos com mandatos obtidos nas antigas legendas. Tem mais de 30 mil filiados.
O Informe Blumenau respeita muito a democracia e entende o direito de todos se colocarem como candidatos. Mas deveriam haver critérios mais rigorosos para liberar candidaturas. Não é possível que uma sigla com 299, 499 ou mesmo 1.111 filiados ocupe um espaço neste momento tão importante que é uma eleição.
Já o PRD vive de um passado que não é dele e vem diminuindo de tamanho nas últimas eleições. Ainda tem uma certa representatividade eleitoral, mas ela deve diminuir ainda mais no pleito deste ano.




Minha nossa senhora dos bons anjos.
Diante destes candidatos até o momento estamos bem MAL.
Nesta hora me perguntam em quem votar, e , eu respondo, tem aquela tecla NULO ainda na urna?
é pra lá que eu vou.
Dio Mio.
Os nanicos querem apenas o fundo eleitoral , só ganham votos da militância e mais nada . A política no Brasil é esta bagunça, sabem que não vão atingir o mínimo de votos, mas ganham fundo eleitoral .