Carlos Bolsonaro ministro?

Foto: reprodução redes sociais

Um dos dois próximos senadores por Santa Catarina pode nem estar nas urnas. Estranho, né? Mas é muito possível.

O jornalista Guilherme Amado traz a informação de que Carlos Bolsonaro (PL) tem tudo para ocupar um espaço importante no Governo Federal caso o irmão, Flávio Bolsonaro (PL), se eleja Presidente da República. Segundo o jornalista, com passagem por importantes veículos de comunicação nacionais, Carlos é considerado um nome forte para a Secom da Presidência ou para a Secretaria-Geral da Presidência, e o convite independeria da eleição dele ao Senado por Santa Catarina.

Todo mundo sabe a real intenção de Carlos e da família Bolsonaro com a candidatura ao Senado. É pegar um atalho para chegar lá, pela afinidade do eleitor catarinense ao bolsonarismo, reforçando o time na Câmara Alta para defender as pautas deles, entre elas a anistia aos responsáveis pela tentativa de golpe de 8 de janeiro de 2023 e impeachment de ministros do Supremo. Não tem proposta para Santa Catarina, nunca morou aqui e certamente não fincará raízes.

A especulação da ida de Carlos num eventual governo de Flávio tem lógica e acende — mais um — alerta para o eleitor catarinense. Quem ele quer botar lá? De antemão, já sabe que pode votar em um, mas eleger um suplente. Sendo assim, aumenta a importância dos nomes a serem escolhidos e o cacife desta vaga, sempre relegada a um plano secundário. As chances são reais, obviamente dependendo das circunstâncias eleitorais. Carlos precisa ser eleito senador e Flávio, presidente.

Como disse um leitor atento do Informe, quem sabe agora o MDB não vai de mala e cuia para a chapa majoritária do projeto de reeleição de Jorginho Mello (PL), ocupando a suplência?

PS: A última frase contém ironia, tá ok?

 

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