Quantas vezes você já ouviu falar, da boca de João Rodrigues (PSD), prefeito de Chapecó, que ele era pré-candidato ao Governo de Santa Catarina? Algumas, né?
Jornalisticamente somos obrigados a registrar mais uma vez, ocorrida nesta quinta-feira em Florianópolis. Desta vez, Rodrigues estava ao lado de lideranças do MDB, do PP e do União Brasil, estes dois últimos transformados em um só, a União Progressista. E também ao lado do presidente da Assembleia, Julio Garcia, e do ex-governador Raimundo Colombo, caciques do PSD.
O prefeito de Chapecó deu novo prazo para sua renúncia, 31 de março. E anunciou que o MDB indicará o vice na chapa e Esperidião Amin (PP) será o único candidato ao Senado.
Escrevemos acima que eram lideranças do MDB e do União Progressista. É que boa parte da base, prefeitos e secretários, tem manifestado apoio ao projeto de reeleição de Jorginho Mello (PL).
Em sua fala, João Rodrigues voltou ao mote da campanha do “tostão contra o milhão”, “contra o sistema”, mesmo ao lado de figuras tradicionais da política catarinense. Sugeriu que Jorginho Mello desrespeita os partidos políticos ao tentar cooptar apoios, apoios estes que hoje já estão com ele.



Novamente, em tempo de eleições até as galinhas fazem acordos com as raposas , mas somente até os “burros” apertarem confirma .