Quando o ex-presidente Lula (PT) decidiu colocar o pé na estrada neste período pré-eleitoral anunciou-se que Santa Catarina abriria o roteiro, no começo de junho. Inclusive locais foram procurados para recepcionar o petista, assim como ônibus foram prospectados para levar adeptos a Florianópolis.
Apesar do entusiasmo e amizade com Lula do presidente estadual do PT, Décio Lima, a organização da visita era nacional e acabou não acontecendo. A primeira agenda oficial foi em Porto Alegre, depois subindo para o nordeste, passando por Minas e chegando ao Rio de Janeiro, com um grande ato nesta quinta-feira.
E, olhando estas agendas, é possível perceber porque a coordenação petista deixou de lado Santa Catarina, pelo menos neste período pré-eleitoral e não é só pela indefinição do arco de alianças locais, como tentam vender.
É que, muito dificilmente, o PT catarinense conseguiria mobilizar a população como tem acontecido em outros estados da federação. Nosso estado ainda é um dos – se não o mais – refratário ao Partido dos Trabalhadores e um evento “meia boca” poderia prejudicar a largada de um projeto que é nacional.
As agendas tem caráter de mostrar força, gerar fatos e muitas imagens positivas para serem usadas na campanha eleitoral. Santa Catarina não tem, pelo menos por agora, condição de dar isso a candidatura petista à Presidência da República.



Condenados em várias instâncias jurídicas deveriam estar cumprindo as penas e não ser candidato a Presidente e outras vagas.
Que país é esse.
Só acontece no nosso Querido Brasil.
Fez bem, nao queremos gastar mais ovos .
Condenados em varias instancias, deveriam estar preso.