Desta quinta-feira, 5 de maio, para 2 de outubro, faltam pouco menos de cinco meses para a eleição. Para o prazo final das convenções partidárias, o limite para confirmar as candidaturas, dia 5 de agosto, são três meses.
E ainda muita água para rolar em SC quando pensamos quem serão os candidatos. Tem nove “pré-candidatos” colocados, isso sem contar Gelson Merisio, hoje no Solidariedade, que foi anunciado como sendo, em evento nacional do partido de apoio ao ex-presidente Lula (PT).
Destes nove, teremos quatro, talvez cinco que vão para a disputa.
Três estão confirmadíssimos. O candidato à reeleição Carlos Moisés (Republicanos) e o senador Jorginho Mello (PL) que deve ser o nome oficial do bolsonarismo em SC, como foi o ex-bombeiro em 2018.
E o promotor público Odair Tramontin (Novo).
Apostaria minhas fichas que o presidente estadual do PT, Décio Lima, será o nome para representar a Frente de oito partidos que está sendo construída. Com isso, o senador Dário Berger (PSB), também pré-candidato, não contaria mais na lista, afinal estão no mesmo arco de aliança.
Linha de raciocínio que vale para o ex-prefeito da capital, Gean Loureiro (União) e o ex-governador Raimundo Colombo (PSD). Os dois dificilmente não estarão juntos em 2022 e só há espaço para um liderar a chapa. Sempre entendi que os movimentos de Colombo sempre foram cacifar-se para seu interesse real, disputar a vaga ao Senado.
Tem ainda Antídio Lunelli (MDB), ex-prefeito de Jaraguá, com sua pré-candidatura muito contestada internamente. O MDB tem tudo para acabar compondo a chapa do governador Moisés.
E o eterno candidato, o senador Esperidião Amin (PP). Se movimenta em busca de espaços para ele, sua família e o partido, mas não deve colocar a reputação para uma disputa arriscada e sem as parcerias necessárias.
E alguém pode perguntar sobre as anunciadas pré-candidaturas do PSDB, Leonel Pavan ou Vinicius Lumertz, mas acho que nem eles acreditaram na possibilidade.




De todos , Antilio Lunelli.
O resto , são só restos .
Décio Lima