180 dias depois de ter sido afastado judicialmente do cargo para o qual foi eleito, Almir Vieira (PP) reassume como vereador nesta terça-feira, 18. Neste meio tempo, enfrentou uma Comissão Processante que analisava o pedido de afastamento dele, suspensa por liminar judicial.
Quase 200 dias depois de ter sido detido na operação “Happy Nation”, deflagrada pela Polícia Civil para investigar suspeitas de corrupção ativa e passiva, peculato, lavagem de capitais e “rachadinha”, a própria polícia, o Ministério Público e o Poder Judiciário precisam se manifestar claramente.
O fato é que não há denúncia formalizada contra Almir Vieira, apenas indícios de ter praticado ilegalidades.
E, no caso da suspensão dos trabalhos da Comissão Processante, a Justiça não concordou com a tese dos advogados dele, da ilegitimidade de quem pediu afastamento, no caso Odair Tramontin, hoje candidato a deputado estadual pelo Novo. Apenas entendeu ser prudente interromper, por meio de liminar, o andamento dela para julgar o mérito da questão.
Portanto, Polícia e Poder Judiciário precisam dar uma resposta para a sociedade e para o próprio Almir. Ele voltará com esta espada na cabeça e a sociedade olhará com desconfiança o seu retorno por conta do cheiro de pizza.



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