Moisés sinaliza que quer Udo como vice e que coligação está aberta também para o PSDB e PP

Foto: reprodução

Faltando menos de um mês para o final do prazo legal das convenções partidárias que homologam as candidaturas para a eleição deste ano, o tabuleiro ainda está muito aberto em Santa Catarina e, como não poderia ser diferente, a movimentação do governador dita os caminhos de muitas siglas.

Carlos Moisés (Republicanos), que tem junto o Podemos, já disse com todas as letras que quer o MDB, mas não quer Antídio Lunelli como seu vice. E isso gera o impasse com aquele que sonhava em ser o candidato do partido para o Governo e topa abrir mão, desde que ganhe um espaço que considere relevante e não a vaga para disputar a Assembleia Legislativa, única opção para o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, que não pode disputar o Senado e nem a Câmara dos Deputados por conta de conflitos com sua vida empresarial.

Nesta sexta-feira, Moisés sinalizou em entrevista para os colegas Adelor Lessa e Upiara Boschi, na rádio Som Maior, sua vontade, o nome do MDB preferido, que é o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler. Empresário bem sucedido, pertence ao maior colégio eleitoral do estado e tem tudo para amenizar a contrariedade do MDB do Norte ligado a Lunelli. Além disso, Udo pacifica o MDB para o futuro, pois dificilmente será candidato a sucessão de Moisés.

“Sim, compõe conosco um belo nome para estar na chapa”, disse o governador sobre Döhler para os colegas jornalistas.

Mas Moisés sonha ainda em ter o PSDB e até o PP. Tem pouca margem de manobra na chapa majoritária, visto que ofereceu as duas vagas para o MDB, mas destaca outras possibilidades – “não são só duas vagas”, para lembrar que tem as suplências do Senado -, que podem ser ocupadas numa composição de um futuro Governo.

“Queremos fazer uma composição vitoriosa”, diz Moisés, lembrando que PSDB, PP e MDB apoiam o Governo na Assembleia Legislativa.

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