Ciro e Marina, que tal?

Crise em casa

Quando Jair Bolsonaro foi para o PSL, levou vários nomes com ele.
Agora, além da busca por um vice que não está nada fácil, o “capitão” precisa lidar com uma crise dentro do partido, gerada por aqueles que ele carregou.

Segundo o Painel da Folha, Gustavo Bebianno, seu assessor, está em franco conflito com dirigentes da sigla.
Inclusive, integrantes do diretório nacional ameaçam redigir uma carta para documentar a insatisfação.

Lembrando que o movimento liberal chamado “Livres” que tentava mudar o partido e torná-lo de fato liberal se retirou do partido com a chegada de Bolsonaro.

Nem tudo por lá são flores!

O príncipe

Luiz Philippe de Orleans e Bragança, da família real brasileira, disse que se disponibiliza “para servir ao Brasil, se assim desejarem os brasileiros”. Ele afirma ainda que fica “muito honrado com a consideração”.

Na nota, o pré-candidato a deputado federal pelo PSL afirma que “nossos problemas precisam ser resolvidos de dentro da máquina pública”, mas não deixa claro se espera um convite oficial para a chapa de Bolsonaro ou se mira no Legislativo.

Luiz Philippe já negou ter sido convidado para ser vice de Bolsonaro.

Mais um nome do DEM para vice do Alckmin

O nome favorito para ser vice de Alckmin (PSDB) – sem Josué – é alguém do DEM, pela proximidade.
E mais um nome é colocado na lista, Tereza Cristina, deputada federal pelo DEM do Mato Grosso do Sul.

Enquanto Geraldo tem uma lista, os outros partidos estão correndo atrás de alianças para ter um vice para chamar de seu.

Ciro e Marina?

Olha quem está de “flertes”, Marina e Ciro.
Ciro (PDT) e Marina (REDE), estão conversando em meio a esta loucura da pré-campanha.
Cid Gomes, que é irmão do presidenciável confirmou as conversas, mas diz não acreditar em uma aliança.
Os pedetistas, setores do partido na verdade, tem esperança na negociação.

Seria interessante a união de forças, já que Marina não conseguiu nada até agora e Ciro está chorando as pitangas de não conseguir o “centrão/direitão”.

As informações não irônicas são do BR18

Rodrigo Maia fora

É como dizer que a água cai pra baixo.
Rodrigo Maia (DEM) divulgou a sua retirada da disputa pela Presidência para apoiar o tucano Geraldo Alckmin.
Desde o começo não teve cara de candidato, postura e nem força.
A decisão foi divulgada no evento que selou o apoio do “centrão/diretão” à Alckmin.

Mais um que lançou o nome para valorizar o passe.

As informações não irônicas são do G1

 

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