Ele é pré-candidato ao Senado pelo PL por Santa Catarina, portanto a informação interessa. Carlos Bolsonaro abriu mão do salário que ele recebia como dirigente partidário do PL nacional. Não era pouca coisa, R$ 38 mil.
Foi este o valor que recebeu durante três meses, depois de renunciar ao mandato de vereador no Rio de Janeiro para construir a campanha ao Senado em solo catarinense. Além dele, o partido pagava, por meio do fundo partidário, quantias semelhantes a Michelle Bolsonaro, até recentemente presidente do PL, e Jair Bolsonaro, presidente de honra do 22.
“Hoje era o prazo final para a descompatibilização do vínculo de dirigente partidário e candidatura. Há diversos entendimentos desta linha de ação, de necessidade de firmar o ato ou não; contudo, para evitar problemas, abrimos mão do cargo, garantindo que todo o processo siga sem qualquer margem para interpretações da Justiça Eleitoral”, manifestou-se nas redes sociais.
Não há, na legislação eleitoral, este entendimento, mas Carlos Bolsonaro preferiu se preservar.
“Seguimos fazendo o nosso trabalho com responsabilidade, jogando aberto, com transparência, sem artimanhas políticas e joguetes de interpretação para ludibriar inocentes”, escreveu.
Pelo sim, pelo não, Carlos segue os passos de Michelle, que deixou o PL mulher e o salário correspondente à função.


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