Bancada dos suplentes é a segunda maior no Senado

As informações estavam no G1 deste domingo.

Das 81 vagas do Senado, 16 são ocupadas por suplentes, por quem não recebeu voto do eleitor. Representa 19,75% das cadeiras, ficando atrás apenas da bancada do PMDB com relação ao número de senadores.

Falecimento, cassação, licença e ocupação de outros cargos (eleição, ministério ou secretários estaduais) são os motivos que provocam a substituição.

Entre os suplentes, Blumenau tem um e pode ganhar outro temporariamente. Além de Dalírio Beber (PSDB), que assumiu em 2015 com a morte de Luiz Henrique da Silveira (PMDB), em breve devemos ter Paulo Gouvêa da Costa (DEM), por conta de uma licença de Dário Berger (PMDB), prevista para os próximos meses.

Boa parte dos suplentes são empresários, que acabam ajudando a financiar a campanha dos titulares. Não é o caso dos catarinenses. Os dois são políticos, mas com baixo desempenho eleitoral no currículo. Paulo Gouvêa já teve um bom desempenho na década de 1990, mas a partir de 2000 não conseguiu repetir as votações. Já Dalírio…

Esta “segunda maior bancada no Senado” deve participar de votações importantes nos próximos meses, entre elas, a escolha da presidente do Senado, prevista para fevereiro.

De acordo com o G1, “ao assumir o mandato, o suplente passa a ter direito a todas as prerrogativas de um senador, como salário de R$ 33,7 mil, motorista particular, apartamento funcional e outros benefícios”.

Sou contra este modelo eleitoral (aliás, penso que poderia reavaliar até a necessidade do Senado Federal). Saiu do cargo, seja por qual circunstância, assume o o segundo mais votado e aí por diante.

Hoje são dois suplentes para cada cadeira, sendo que em alguns casos os substitutos imediatos são parentes dos titulares, como esposa, pai e filho.

Aí é fácil.

 

 

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