Terminou às 20h40 desta sexta-feira, 23, a propaganda eleitoral obrigatória, com os últimos programas de TV. Cinco minutos para cada um.
O programa de Flávio Bolsonaro (PL) foi o primeiro. Mais emotivo, adotando uma postura de humildade, apresentou-se como o candidato da mudança, com críticas ao governo, mas sem nominar Lula (PL). Mostrou o apoio de cantores sertanejos, como Gustavo Lima e Zezé de Camargo. E finalizou com uma oração, entoada em muitos eventos de rua da campanha, e imagens de Flávio, uma boa sacada.
Já o programa de Lula começou atirando contra Flávio, sugerindo caminhos do Google para as pessoas pesquisarem sobre denúncias contra o candidato do PL, outra boa sacada. Usaram a estratégia de ser uma coisa à parte do programa que estava começando, este sim com aquela abertura tradicional, com tempo menor e com Lula falando.
Seguiu o estilo “Bora Lula”, implementado neste segundo turno.
O último programa decide algo? Claro que não, o debate, talvez.
Mas, em tempos de cortes para as redes sociais, terão outros canais para tentar sensibilizar o eleitor ainda indeciso.




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