A deputada federal catarinese Julia Zanatta (PL) ganhou ainda mais visibilidade por conta de dois balões de ensaio, que tiveram pouca repercussão na mídia nacional, mas com impactos eleitorais regionais. Primeiro o nome dela foi levantado para ser a candidata a vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) e agora para presidir o PL Mulher, no lugar de Michelle Bolsonaro.
Nenhuma das duas situações deve prosperar. A primeira por Santa Catarina não ter densidade eleitoral suficiente para fazer a diferença pró-Flávio e também pors er um estado onde o PL deve fazer uma grande quantidade de votos. Assumir o PL Mulher parece remota, pois seria acirrar ainda mais o conflito com a ex-primeira-dama.
Na quarta-feira em Brasília, um dia após Michelle anunciar a renúncia do comando do PL Mulher, Júlia participou com outras mulheres do partido, de um encontro com o presidenciável, numa tentativa clara de estancar o desgaste provocado pelo rompimento com a esposa do pai, Jair Bolsonaro (PL).
Julia defendeu o projeto do bolsonarismo, agora encarnado por Flávio, do seu jeito. “As mulheres sentem a fraqueza de longe. Então, o que vai atrair o eleitorado feminino é a nossa fortaleza, a nossa união e o posicionamento de Flávio Bolsonaro. Nós não sentimos a fraqueza de longe? E nós gostamos do que? De pessoa forte, de pessoa posicionada.”
E seguiu. “Temos o candidato mais jovem e mais bonito. É isso que temos que explorar.”
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O foco da esquerda agora é tentar destruir a imagem de Flavio e da direita , pois sabem se não o fizerem a derrota é certa nas urnas .
Ops, se as urnas realmente mostrarem a verdade, algo que no Brasil não podemos contar .Lembram 2022 …”Missão dada, missão cumprida”.