Vereador Marcos da Rosa diz que discriminação religiosa é crime, homofobia não

Foto: Denner Ovídio/CMB

O Marcos da Rosa (DEM) usou parte de sua fala na tribuna na sessão desta quinta-feira na Câmara de Blumenau para se manifestar sobre a recente posição da Cúpula da sua Igreja, a Assembleia de Deus, no caso envolvendo a deputada federal e presidente do PSDB catarinense Geovânia de Sá e o governador gaúcho Eduardo Leite. E ainda sobre a fala dos colegas Bruno Cunha (Cidadania) e Teresinha Cardoso (PT), que criticaram o que consideraram homofobia por parte das lideranças religiosas. Teresinha chegou a  dizer, em aparte, que muitos homofóbicos andam com a bíblia embaixo do braço.

Marcos da Rosa disse que foi achincalhado e ofendido nas redes socais, tem ouve que muitas pessoas não votam nele por ele ser religioso e que isso sim é crime, preconceito religioso, é tipificado pela legislação brasileira. Declarando-se que não é homofóbico – diz que já teve funcionários homossexuais e negros no seu gabinete -, faz questão de afirmar que homofobia não é crime tipificado e sim um entendimento do Supremo Tribunal Federal.

Para finalizar, como uma resposta para a suplente do PT, exibiu um vídeo onde mostra um artista, que não conheço, se manifestando num show que Jesus seria travesti, transexual e por aí vai. O vídeo foi postado por uma deputada de Pernambuco e por um pastor, para criticar a presença do tal artista no Festival Lula Livre.

Confira a fala do vereador.

2 Comentário

  1. É nisto que dá misturar religião com política ….baderna, confusão, interesses,etc….

    Mas quero ficar de camarote assistindo .

  2. Esse eh um fanfarrão usar da igreja p adm o poder da nisso, vira uma zona gasolina a 7 reais!!
    As pessoas devem ser analisadas pelo caráter tão somente isso, cor, raça, religião não tem importância
    Fora Bolsonato, Lula e outros corruptos.

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