Prefeito sanciona nova lei que destrava obras em Blumenau ao lado de Bruno Win

Foto: divulgação

Após anos de críticas à burocracia e mais de um ano de articulação direta com o setor da construção civil, foi sancionada na manhã desta quarta-feira (29), no gabinete do prefeito Egidio Ferrari (PL), a nova lei que muda as regras da drenagem urbana em Blumenau e promete destravar projetos travados na cidade. A assinatura aconteceu no gabinete do prefeito, ao lado do o vereador Bruno Win (NOVO), que ajudou a articular a proposta.

A proposta, aprovada pela Câmara no início de abril, cria o sistema de Manejo de Águas Pluviais (MAP) e substitui a antiga Quota de Drenagem Sustentável (QDS), alvo de críticas recorrentes de engenheiros, construtores e empresários, que apontavam a legislação como um dos principais obstáculos ao avanço de obras e investimentos no município.

Antes mesmo de assumir o cargo, Bruno Win já vinha recebendo demandas de profissionais que enfrentavam dificuldades para aprovar projetos. No Legislativo, intensificou o debate, participou da construção técnica da proposta com a Prefeitura e atuou diretamente na audiência pública que discutiu o tema.

“O que existia era um sistema que travava a cidade. A gente precisava destravar investimentos, tirar projetos da gaveta e fazer Blumenau voltar a crescer com mais agilidade”, afirmou o vereador.

A nova lei promove uma mudança estrutural no modelo de drenagem urbana, com redução de exigências consideradas excessivas, simplificação de processos e maior previsibilidade para quem investe. A expectativa é de impacto direto na liberação de empreendimentos que estavam parados na Secretaria de Planejamento Urbano.

Durante a tramitação, Bruno Win também apresentou emendas para corrigir pontos sensíveis do projeto. Entre as mudanças, estão critérios mais claros para arborização em loteamentos e ajustes para evitar insegurança jurídica — um dos principais receios apontados pelo setor.

Segundo o vereador, a proposta mantém o cuidado com a drenagem e o meio ambiente, mas elimina distorções que vinham encarecendo obras e afastando investimentos. “Não é sobre flexibilizar regras, é sobre fazer elas funcionarem na prática”, destacou.

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