PDT pede anulação da eleição por abuso de poder econômico

Na foto: Carlos Lupi, presidente nacional do PDT

PDT

O PDT apresentou nesta sexta-feira uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em que pede a anulação da eleição presidencial pela prática de abuso de poder econômico com base principalmente em reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada na véspera que aponta que empresários teriam bancado gastos com a divulgação de mensagens por meio de WhatsApp contra o candidato do PT, Fernando Haddad, o que beneficiaria Jair Bolsonaro (PSL).

Propaganda do PT

A propaganda do Partido dos Trabalhadores desta sexta-feira (19), explorou a denúncia da Folha contra os empresários que financiaram os disparos de mensagens no WhatsApp.
O programa petista acusa a candidatura rival de ser bancada com “dinheiro sujo” de uma “organização criminosa”.

“Zap”

O WhatsApp, informou nesta sexta-feira (19), que está “tomando medida legal imediata” contra empresas que estão enviando mensagens em massa sobre a eleição presidencial no Brasil.

Presidência da Câmara

Quase com a “mão na taça”, outros temas começam a ser discutidos nos meios “bolsonaristas”, entre os assuntos, a presidência da Câmara. Em entrevista à Rádio Folha FM, de Pernambuco, Jair Bolsonaro disse que prefere um presidente da casa de outro partido.

“Nada de concreto (apoiar Rodrigo Maia), nunca conversei com ele assunto nenhum, digo mais, um presidente eleito não pode interferir nas eleições da Câmara e do Senado, e digo mais, com todo o carinho que tenho pelo Luciano Bivar, acredito que ele terá um lugar na mesa conosco, mas a presidência da Câmara teria de ficar com outro partido”, disse.

Fonte: UOL

Militares

O candidato do PT à Presidência, Fernando Haddad, fez um aceno aos militares nesta sexta-feira ao afirmar que durante o regime militar houve iniciativas mais positivas do que as defendidas atualmente por seu adversário no segundo turno, Jair Bolsonaro (PSL), e alertou que os generais que estão ligados à campanha do capitão reformado do Exército não vão conseguir evitar “maluquices” em um eventual governo.

Fonte: Reuters

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