O novo fato na crise do PSL

Foto: reprodução internet

Crise no PSL

A já conhecida queda de braço entre setores bolsonaristas e a cúpula do PSL ganha um novo fato.

Na manhã desta terça-feira, a Polícia Federal cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao presidente da sigla, Luciano Bivar. A ação faz parte de uma investigação que apura o uso de laranjas nas eleições de 2018.

Cerca de 20 parlamentares estão com um pé fora do partido, apenas aguardando uma solução jurídica para que não percam os seus mandatos.

A busca da PF nesta manhã pode ser o argumento buscado para reforçar o discurso de que falta transparência da cúpula do partido na aplicação dos recursos do fundo partidário.

Na semana passada, em uma reunião no Planalto, o presidente Bolsonaro informou a advogados e parlamentares que deixará o PSL.

Defesa de Bivar

A defesa do presidente da sigla e deputado federal, Luciano Bivar, disse estranhar a operação da PF.

“Principalmente por se estar vivenciando um momento de turbulência política”, disseram os advogados por meio de nota.

A operação

A operação que foi batizada de “Guinhol”, demorou quase dois meses para ser autorizada pela Justiça. O aval foi dado hoje, quando seis dos sete juízes do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) concordaram com o pedido da Polícia Federal e do Ministério Público.

O estranho é o timing da operação, que aconteceu logo após a briga entre Bolsonaro e Bivar. Resta saber se ela terá um efeito bumerangue, transformando Bivar em um novo Pedro Collor.

Aguardaremos!

Com informações: Folha

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