CPI da Vaza Jato é protocolada na Câmara, Dodge pede suspensão da portaria 666 de Moro e Bolsonaro não quer nova CPMF

CPI da Vaza Jato

Com 175 assinaturas, a oposição protocolou nesta sexta-feira, na Câmara dos Deputados, a CPI da Vaza Jato, para investigar a conduta do então juiz, Sergio Moro, do procurador Deltan Dallagnol e de toda a Operação Lava Jato.

Portaria 666

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pediu ao Supremo a suspensão da portaria do ministro Sergio Moro, que prevê o impedimento da entrada, a repatriação e a deportação sumária de estrangeiros considerados perigosos o suspeitos de praticar atos contra a Constituição.

A sustentação de Dodge é de que o texto fere o principio da dignidade humana ao instituir “tratamento discriminatório” a estrangeiros, em razão de uma situação migratória.

Guedes se explica sobre a nova CPMF

Depois de uma baita confusão e a demissão de Marcos Cintra, o governo Bolsonaro tenta amenizar o impacto de uma proposta de imposto sobre movimentação financeira, ideia contrária ao que pregava o capitão na campanha.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira, que o presidente Bolsonaro telefonou para ele do hospital, “entubado”, para dizer que não quer a criação de uma nova CPMF.

“Estávamos simulando um imposto de transação financeira, só que o presidente sempre foi contra esse imposto e pediu pra não colocar”, afirmou Guedes em entrevista a correspondentes estrangeiros no Rio de Janeiro, da qual a Reuters participou.

O ministro confirmou que a equipe econômica trabalhava com uma alíquota de 0,4% para o tributo sobre pagamentos, mas, mostrando irritação, afirmou que os números não deveriam ter sido levados a público ainda.

 

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