Comitê em Prol do Aeroporto Quero-Quero promove reunião para cobrar Prefeitura de Blumenau

Foto: divulgação

Na próxima segunda-feira, 26, os integrantes do Copraer, o comitê em prol aeroporto regional de Blumenau, voltam a se reunir e desta vez vem cobrança forte em cima da Prefeitura. Tudo por conta da recente manifestação do secretário de infraestrutura de SC, Thiago Vieira, em Blumenau, apontando que as obras do balizamento noturno e do muramento, com recursos do Governo, ainda não saíram do papel por questões relacionadas a administração municipal.

Com R$ 1 milhão – de um total  de R$ 4 milhões – já repassado à Prefeitura, os serviços não avançam por uma questão burocrática. O posto de combustível que tem dentro do aeroporto está fora das conformidades e precisa ter uma parte de sua estrutura recuada e as tratativas com o empresário que arrendou o espaço não avançam.

As oito entidades de classe da região que compõe o comitê – ACIB, Ampe, OAB, Intersindical, CDL, Sinduscon, SIMMMEB e CODEIC – vão cobrar explicações do prefeito Mário Hildebrandt (Podemos) e tentar achar mecanismos para agilizar a obra.

Blumenau é atualmente a cidade catarinense com o maior número de helicópteros sediados, 17. Mas o diferencial e a necessidade maior é por conta do serviço médico aéreo, através do helicóptero Arcanjo e também das aeronaves que ajudam no transporte de órgãos e pacientes para o hospital Santa Isabel, referência nacional em transplantes.

A entrevista com o secretário Thiago, onde ele destaca a situação do convênio com a Prefeitura para esta obra, você confere aqui.

2 Comentário

  1. Para o Quero-Quero voar é necessária uma expansão da pista de pouso até a rua Juvenal Bogo, consequentemente desapropriações na cabeceira e deslocamento da SC-108 pela rua Gustavo Zimmermann.
    A Lei 5442/20, do Senado Federal, autoriza a aplicação dos recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) para desapropriações de áreas destinadas a ampliações da infraestrutura aeroportuária e aeronáutica civil.

    No período de 2013 a 2018 as receitas desse fundo (FNAC) foram de R$ 27 bilhões de Reais e despesas de R$ 8,1 bilhões de Reais. Infelizmente, o dinheiro não foi investido nos nossos aeroportos e foi usado para fazer saldo positivo no caixa do então governo federal do Partido dos Trabalhadores – PT (2013-2018). Em outras palavras, sempre houve/há dinheiro para investir na aviação e nos aeroportos regionais e nacionais. Saudações e bons voos,

  2. Verba Federal para o Aeroporto Quero-Quero.

    A verba para aeroportos provem de um fundo federal mútuo de investimento em aviação, FNAC, FUNDO NACIONAL de AVIAÇÃO CIVIL.
    E só pode (obrigatório) ser reinvestida no setor de aviação. É Lei Federal, aprovada pelos deputados federais e senadores, possivelmente eleitos até por muitos de nós e dos críticos dos novos aeroportos e dos investimentos.
    Todo passageiro paga um percentual ao comprar uma passagem. As companhias aéreas pagam para pousar, decolar, estacionar, embarcar, desembarcar na ponte de passageiros do aeroporto e permanecer com a aeronave estacionada. Há ainda taxa de uso dos equipamentos de navegação, comunicação entre a torre e a aeronave etc. etc.

    No período de 2013 a 2018 as receitas desse fundo (FNAC) foram de R$ 27 Bilhões de Reais e despesas de R$ 8,1 Bilhões de Reais. Infelizmente, o dinheiro não foi investido nos nossos aeroportos e foi usado para fazer saldo positivo no caixa do então governo federal do Partido dos Trabalhadores – PT (2013-2018). Em outras palavras, sempre houve/há dinheiro para investir na aviação e nos aeroportos regionais e nacionais Brasileiros.

    O Governo Federal normalmente financia entre 70 a 97% dos investimentos nos novos aeroportos, o Estado e o Município os outros. Saudações e bons voos,

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