Câmara realiza audiência pública para discutir parcelamento de débitos previdenciários com o ISSBLU

Foto: CMB

Mesmo com  o projeto de lei do executivo já aprovado, a Câmara de Vereadores de Blumenau realiza nesta quinta-feira, 16, às 19 horas, a audiência pública para debater os impactos do parcelamento e do reparcelamento de débitos previdenciários do Município e da Fundação Universidade Regional de Blumenau (FURB) com o Instituto Municipal de Seguridade Social dos Servidores de Blumenau (ISSBLU).

O encontro foi solicitado pelo vereador Professor Gilson de Souza (União Brasil), autor do Requerimento nº 2446/2025, e será realizado no Plenário. A sessão também contará com transmissão ao vivo pela TV Legislativa de Blumenau (canal aberto 4.2 e canal 14 da Net), além do canal oficial da TVL no YouTube.

A audiência tem o objetivo de apresentar informações detalhadas sobre a situação previdenciária e promover o diálogo entre os representantes do poder público, entidades sindicais e servidores municipais, reforçando o compromisso da Câmara com a transparência e a participação social. Foram convidadas entidades envolvidas, sindicatos, representantes da FURB e do ISSBLU, além de servidores e gestores públicos municipais.

“Esse é um tema sensível, que impacta diretamente a vida funcional dos servidores e o equilíbrio financeiro do sistema previdenciário municipal. Por isso, é fundamental que o debate ocorra de forma ampla e transparente”, destacou o vereador Professor Gilson.

A audiência é aberta ao público, e qualquer cidadão pode participar presencialmente ou acompanhar ao vivo pelos canais oficiais da Câmara de Blumenau.

Fonte: CMB

2 Comentário

  1. Audiência sem propósito algum , já foi votado o parcelamento .A base aliada dos cargos comissionados votou a favor .

  2. A administração municipal parcelou a dívida de 216 milhões em 25 anos e como já sabemos vai pagar meia dúzia de parcelas e depois vai pedalar de novo.
    O acordo para parcelamento deveria ter garantia, imovéis como o SESI, o Frohsin ou o parque Carlos Curt Zadrozny devem ser ofertados pelo município para este fim, ou seja, não pagou os imóveis são do Isblu.
    Devemos entender que a administração municipal tem um projeto para acabar com o instituto, forçando sua falência com a inadimplência dos pagamentos.
    Usa outros métodos como resistir em chamar os servidores concursados e manter 25% dos servidores como ACTs que não contribuem com o Issblu, diminuindo ainda mais o caixa da instituição.
    A situação se agravou na administração Mário Hildbrandt, um político, um outsider do serviço público e que não tinha nenhum compromisso com o servidor. Já Egídio Ferrari é servidor de carreira da polícia civil, mas mostra também que não está nem ai para o servidor.
    A destruição o Issblu continua a todo vapor.

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