Opinião | Empatia, simpatia e rejeição: as alavancas do voto

Foto: Hugo Barreto/Reprodução

Uma eleição não se decide apenas no confronto de propostas. Decide-se também na relação que o candidato estabelece com o eleitor. Antes de examinar um programa, o eleitor se pergunta: ele entende minha vida? Parece uma pessoa em quem posso confiar? Desperta vontade de aproximação ou de afastamento? Nesse campo, empatia, simpatia e rejeição funcionam como três alavancas da imagem política. Duas podem abrir portas; a terceira pode fechá-las.

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