Depois de qualificar como imperdoável a relação do pré-candidato à Presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro, com Daniel Vocaro, dono do Banco Master, o pré-candidato à Presidência pelo Novo, Romeu Zema, atenuou.
“Fui duro porque eu fiquei muito decepcionado, mas agi de acordo com meus princípios e valores. Pra mim, agora é página virada”, disse Zema em Belo Horizonte neste final de semana.
Romeu Zema foi bombardeado por parte importante do seu segmento político, o campo da direita. Traidor foi adjetivo comum entre bolsonaristas mais raiz. Aliados também reclamaram, como o Novo de Santa Catarina, que emitiu nota qualificando a manifestação de seu presidenciável de “precipitada”.
O Novo faz parte do projeto do PL no estado que se orgulha de ser chamado de mais bolsonarista do país. O agora ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva, é pré-candidato a vice na chapa de Jorginho Mello, que tem ainda Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni como pré-candidatos ao Senado.
É neste contexto que Romeu Zema volta a Santa Catarina, ele que cumpriu agenda no oeste do estado no começo de abril.
Ele estará no estado no começo desta semana, com agendas na região da Grande Florianópolis, Itapema e Balneário Camboriú, Blumenau e Pomerode. Serão encontros com pré-candidatos da sigla, empresários, visitas ao setor produtivo e eventos abertos ao público, voltados à apresentação das propostas do pré-candidato.



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