Até esta quinta-feira, a proposta de se criar uma CPI para investigar supostas irregularidades na compra de macadame pela Prefeitura na gestão passada, por meio da Secretaria de Manutenção e Conservação Urbana, tem três assinaturas, insuficientes para sair do papel. A de Jean Volpato (PT), autor da proposta, de Mário Kato (PCdoB) e de Professor Gilson (União). São necessárias cinco assinaturas para que a comissão seja protocolada.
Mas não deve acontecer, pelo menos é o que falam nos bastidores. Os dois vereadores do Novo, que lideraram a criação da CPI do Esgoto, sinalizam que não vão assinar, por entenderem que o Ministério Público já está investigando.
Já Bruno Cunha (Cidadania), que às vezes vota contra a administração municipal, outras a favor, também sinaliza que não votará, e Aílton de Souza, o Ito (PL), que tem feito oposição, também não deve endossar a criação da comissão. Os demais oito vereadores votam conforme a orientação da Prefeitura.
Lembrando que a investigação da operação Carga Oca, do Gaeco, está centrada na compra de macadame entre 2022 e 2024, quando Mário Hildebrandt (PL) era prefeito.



Já existe uma investigação , querem uma CPI para ficarem no holofote da política em virtude das eleições de 2026 .
CPI é coisa séria , não é instrumento de marketing.