Saúde na Mesa: redução no consumo da carne vermelha

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Com o aumento do preço da carne vermelha nos últimos dias fica a dúvida: como podemos economizar no mercado?

E além disso, ainda temos a oportunidade de reavaliar nossos hábitos e descobrir boas alternativas para manter o aporte proteico e de ferro na dieta mesmo sem o consumo de carne vermelha, reduzindo também o fator de risco, pois a carne vermelha consumida em excesso vem sendo cada vez mais associada a doenças cardiovasculares.

Existem várias soluções para a substituições de carne vermelha por outras proteínas, como aves, peixes, suínos, ovos e vegetais.

Frango e peixe são opções onde temos basicamente, os mesmos nutrientes da carne vermelha (ferro, zinco, proteínas e vitamina B12) e quantidades menores de colesterol e gordura, assim como as carnes suínas mais magras. O ovo é importante fonte de proteínas, vitaminas e minerais, ele ainda fornece ômegas 3 e 6.

Para o dia a dia temos uma boa fonte de substituição do ferro, as leguminosas como feijão e lentilha, folhosos como espinafre e couve (que devem ser consumidos juntamente com uma fonte de vitamina C para melhor absorção).

Para a substituição da proteína, temos peixe, frango ou ovo e ainda as opções de refeição vegetariana, por exemplo, a mistura do arroz integral com feijão forma uma proteína completa.

Sem esquecer das receitas veganas, que não utilizam nenhum tipo de proteína animal e são ótimas fontes de nutrientes e podem ser muito saborosas.

O que é importante salientar é que devemos evitar substituir a carne por embutidos, como salsichas, presuntos e nuggets, que têm baixo valor nutricional e por mais que estes alimentos pareçam práticos, saborosos e com um valor acessível, eles possuem muitas substâncias químicas em suas composições, o que pode prejudicar a saúde. Eles possuem substâncias como nitrito e nitrato, que alguns estudos já associaram a causadores de problemas digestivos.

Com a redução do consumo de carne vermelha além de economizar no mercado, temos a oportunidade de nos aventurarmos por novos sabores, reduzir o risco de doenças cardiovasculares e ainda é uma boa maneira de lutar por um mundo mais sustentável, preservando a vida de muitos animais, reduzindo as emissões de carbono.

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