“Quadrilhão do PP” no Supremo, Moro e Brasil 200 não vão aderir aos atos pró-Bolsonaro e o terceiro presidente da Embratur

Na foto: Ciro Nogueira

“Quadrilhão do PP” no Supremo

A Segunda Turma do Superior Tribunal Federal (STF) decide hoje se coloca algumas lideranças do “centrão” no banco dos réus na Lava Jato. A denúncia é contra o chamado “quadrilhão do PP”, o maior partido do bloco informal da Câmara.

O colegiado decide se aceita ou não a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o líder da maioria na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), os deputados Arthur Lira (PP-AL) e Eduardo da Fonte (PP-PE) e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente do partido. Todos acusados de pelo crime de organização criminosa.

Em meio a uma queda de braço entre o Executivo e o “centrão”, o governo assiste a sessão com atenção, eles entendem que em uma eventual aceitação da denúncia, pode impulsionar as manifestações do dia 26 de maio em apoio ao presidente Bolsonaro.

Com informações: O Estadão

Moro não vai aderir às manifestações

Os atos convocados por apoiadores de Bolsonaro são também para defender o pacote anticrime de Sergio Moro. E para protestar contra a possibilidade de sua pasta ficar sem o Coaf.

Mas Moro já decidiu não das as caras na manifestação.

Com informações: Crusoé

Movimento Brasil 200 também não vai

Empresários do movimento Brasil 200, que são apoio de Jair Bolsonaro, também não vão aderir à marcha bolsonarista.

O presidente do grupo, que reúne Flávio Rocha (Riachuelo) e João Appolinário (Polishop), disse para a Folha:

“A forma como surgiu essa manifestação foi um pouco nebulosa no nosso entendimento. Vimos pessoas com hashtags sobre invadir o Congresso ou fechar o STF. A nossa orientação é refutar qualquer tipo de pedido neste sentido. Não podemos negar o processo legislativo. Não acho correto dar essa impressão à população.”

Com informações: O Antagonista

Terceiro presidente da Embratur

Jair Bolsonaro nomeou Gilson Machado Guimarães Neto para a presidência da Embratur. A nomeação já foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (21).

Já é o terceiro a comandar a Embratur, isso em um governo que recém-completou quatro meses.

O último presidente, Paulo Roberto de Oliveira Senise, tinha sido nomeado havia pouco mais de uma semana, no último dia 10 de maio. A nomeação de Senise foi anulada nesta terça.

Com informações: G1

Resumo do Brasil: “quadrilhão do PP” no Supremo, Moro e Brasil 200 não vão aderir aos atos pró-Bolsonaro e o terceiro presidente da Embratur.


Seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta