O PSD e os partidos aliados — MDB e Federação PP-União — farão suas convenções partidárias no dia 1º de agosto, na Assembleia Legislativa. Cada sigla fará a sua isolada, para homologar as nominatas para Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados, e terminará de forma conjunta para confirmar a chapa majoritária, com João Rodrigues candidato ao Governo, Carlos Chiodini (MDB) como candidato a vice e Esperidião Amin (PP) e Antídio Lunelli (MDB) ocupando as duas vagas para tentar chegar ao Senado.
Na sua nominata para a Câmara dos Deputados, o PSD tem dois reforços de peso na lista. O presidente da Assembleia Legislativa, Julio Garcia, e o ex-governador Raimundo Colombo. Mas perdeu pelo menos cinco nomes de peso em relação à eleição passada, quando garantiu duas cadeiras. Ismael dos Santos e Ricardo Guidi migraram para o PL. O primeiro suplente, Darci de Mattos, está no Republicanos. Outros dois nomes com boa votação na eleição passada foram Marlene Fengler, que concorrerá a deputada estadual, e Paulinho Bornhausen, engajado no projeto de reeleição do governador Jorginho Mello. Os cinco juntos fizeram em 2022 337 mil votos, que podem fazer falta neste ano.
Para a Assembleia Legislativa, um puxador de votos importante. Clesio Salvaro, ex-prefeito de Criciúma. Em seguida, os deputados estaduais eleitos Mário Motta, Napoleão Bernardes e Berlanda, que se elegeu pelo PL, mas trocou pelo PSD. Marlene Fengler, Liba Fronza, ex-prefeito de Navegantes, José Thomé, ex-prefeito de Rio do Sul, e Rogério Pacheco, ex-prefeito de Concórdia, puxam a fila dos favoritos.
Em 2022, o PSD elegeu três deputados estaduais e tem-se uma expectativa de que, na eleição deste ano, eleja cinco.


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