Os times da Direita de Santa Catarina entram em campo neste sábado

O chamado Campo Democrático, que reúne os partidos de esquerda em Santa Catarina, já tinha se apresentado no dia 21 de julho, com Gelson Merisio liderando a chapa majoritária para o Governo do Estado. Neste sábado, os dois principais postulantes ao cargo pelo segmento da direita confirmam oficialmente seus times para a eleição deste ano.

Na Assembleia Legislativa, pela manhã, o PSD, o MDB e a União Progressista, que reúne PP e União Brasil, formalizam os nomes dos candidatos à majoritária, unindo adversários históricos no estado. O ex-prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), lidera a chapa, tendo Carlos Chiodini (MDB) como candidato a vice, Esperidião Amin (PP) e Antídio Lunelli (MDB) como candidatos ao Senado. Serão ainda homologadas três nominatas à Câmara dos Deputados e três à Assembleia Legislativa. O ato tem a presença prevista do presidenciável Ronaldo Caiado (PSD).

Um pouco mais tarde, no sábado, na Arena Opus, em São José, o time do PL será homologado. O governador Jorginho Mello lidera a chapa para mais um mandato, tendo como candidato a vice o ex-prefeito de Joinville, Adriano Silva (Novo), e Caroline de Toni e Carlos Bolsonaro disputando o Senado.

Aliados no PL nesta disputa, além do Novo, Podemos, Republicanos e Federação PSDB-Cidadania, também farão suas convenções no mesmo local, homologando as nominatas de deputado federal e deputado estadual, e depois se juntam ao PL para a convenção que carimbará a chapa majoritária.

Num estado marcado neste momento por um eleitor conservador, é possível dizer que são as duas chapas que devem protagonizar o debate para o Governo do Estado, com favoritismo para o projeto de reeleição do governador, por algumas questões óbvias, como ter uma administração que recebe elogios até do seu principal adversário, a máquina administrativa do estado na mão e um exército de deputados do PL, com o número 22 nas costas.

A missão de João Rodrigues é tentar levar a eleição para o segundo turno e transformar o pleito em uma nova disputa. Não é fácil, mas impossível também não.

 

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