Opinião: Viva os erros, viva a democracia!

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Em 2014, essa “guerra ideológica” começou muito mal. No segundo turno, dois candidatos que ao meu ver não representavam de fato o que o povo queria, mas o que tínhamos de menos pior.

Ali se dava início ao que chegamos nos dias atuais.

Um pseudo “novo político”, com 28 anos de parlamento, se apresentava como o símbolo da luta contra a velha política e corrupção.

Assim Bolsonaro se elege, com quase 80% dos votos aqui em Blumenau, votos de protestos, votos que tinham um sentimento de esperança.

Errar no voto, assim como errei em 2014 é normal e faz parte da democracia, assim como você também pode dizer, sem vergonha, que também errou.

Mas não desista da política. A boa política, sincera, fiscalizadora e sempre a favor dos mais fracos.  Por isso a luta pela liberdade, democracia e respeito às instituições deve sempre ser o ponto central.

Se é errando que se aprende, vamos dar uma chance ao Brasil, uma democracia nova, do alto dos seus 32 anos, só 2 presidentes democraticamente eleitos pelo povo de forma direta, terminaram seus mandatos, portanto ainda estamos aprendendo.

Precisamos urgente de uma reforma política, pois como temos visto, algumas coisas não deram certo.

Seguimos firmes, não podemos desistir do Brasil nunca.

1 Comentário

  1. O papel aceita tudo…

    Você não errou em 2014, mas, sim, foi conivente com a bandalheira.

    Ou então, o que é inadmissível, você nunca tinha lido algo sobre mensalão, petrolão e outros lãos, como corrupção.

    Discurso de esquerdistas é SEMPRE muito parecido…

    Não tem jeito!

    Não desisto, porém.

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