Opinião: preparação para Oktoberfest

Foto: PMB

Por Valmir Zanetti – diretor da Cerveja Blumenau

Todos os anos, o mês de outubro é de grande agito em Blumenau. Não é para menos. A cidade recebe a maior festa alemã das Américas, que atrai turistas de diversos cantos do Brasil e também do exterior. São 19 dias de programação, que movimenta todo o Vale Europeu.

Segundo dados divulgados pela organização da Oktoberfest, só em 2018 mais de 592 mil pessoas passaram pela Vila Germânica. Foram consumidos, ainda, cerca de 538 mil itens gastronômicos e 623 mil litros de chope. Esses números representam só o que acontece dentro dos pavilhões. Mas, sabemos, a festa é muito maior do que isso.

Bares, restaurantes, hotéis, pousadas, supermercados, lojas, empórios e estacionamentos também sentem esse fluxo de pessoas na cidade. Num modo geral, a Oktoberfest é uma injeção na economia de Blumenau, sendo essencial para a saúde financeira de muitos negócios. Para que isso seja positivo, é preciso se preparar.

Estamos a 30 dias do início do evento. Mesmo que ainda pareça distante, para quem atua diretamente com a programação, a contagem regressiva – e a correria – já começou. Mais um ano levaremos as nossas cervejas artesanais para dentro dos pavilhões. O consumo deste tipo de bebida está crescendo em todo o país e na Oktoberfest não seria diferente.

Para nós, a organização para o evento começa muito tempo antes. Tanto a estratégia, quanto a fabricação dos produtos precisa ser bem planejada para que tudo saia perfeitamente. A proximidade da festa é sinônimo trabalho intenso, mas também um incentivo. É a chance de mostrarmos a qualidade das nossas cervejas e a contarmos a nossa história para pessoas dos quatro cantos do Brasil.

Que a Oktoberfest é uma oportunidade para bons negócios, isso ninguém duvida. Mas muitos estabelecimentos negligenciam a preparação que um evento deste porte exige. Para que possamos receber bem quem nos visita, precisamos nos programar. Para que os turistas levem não só a alegria da maior festa alemã das Américas, mas também bons motivos para voltar.

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