Opinião: independência atípica

Foto: reprodução

Não importa com que idade seu filho teve o diagnóstico.
Se foi precoce, se foi tardio, junto com aquelas palavras “está no espectro” no caso dos autistas, vem a dúvida:

Meu filho será independente?
Terá autonomia?
E quando eu morrer?
Estas dúvidas me acompanham desde aquela fatídica semana de dezembro de 2010, quando descobri que eu não era mãe de um autista, mas sim de dois.

Meus filhos foram crescendo e com eles os desafios.
Terapias acessíveis, inclusão social e escolar.
Políticas públicas de inclusão efetivas e contínuas.

E agora, com 13 e 17 anos, o tão sonhado mercado de trabalho e a inclusão real e verdadeira do autista neste ambiente.

É possível? Sim! É!
Possível e necessário.
Possível e enriquecedor.
Possível e transformador.

Incluir o autista no mercado de trabalho gera um impacto enorme na sociedade e não afeta apenas o autista.
Reflete na família, nas relações interpessoais da própria empresa, impacta o cliente.

Exemplos não faltam.
Hoje, o homem mais rico do mundo, teve o diagnóstico tardio de Autismo. Elon Musk, dono da Tesla é autista. Perseverante, hiperfocado e perfeccionista.

Quem não quer trabalhar com alguém assim?
É preciso mais do que nunca abrir os olhos e as portas a todos esses talentos.
Focar apenas na deficiência é pobre demais.

É preciso treinar o olhar para ver além das dificuldades e perceber o quão enriquecedor pode ser a experiência de contratar uma pessoa autista.

Você empresário, topa embarcar nessa aventura?

Vem com a gente!
Vamos transformar vidas e mudar realidades.
Agregar ainda mais valor a sua marca!

Mudar o mundo começa quando arrumamos o nosso quintal.

Depende de mim e de você.

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