O fiasco do PSDB catarinense

De protagonista para um coadjuvante que deixa o palco pelas portas do fundo. O PSDB de Santa Catarina sai desta eleição muito menor que entrou e precisará se reinventar para voltar a ocupar espaços importantes.

Para começo de conversa, perdeu a principal Prefeitura que administrava, Blumenau, que era uma vitrine para todo o estado. Napoleão Bernardes deixou o cargo para ser candidato ao Senado, situação que agradou boa parte das lideranças da cidade, que manifestaram apoio a iniciativa. Chegou-se a sonhar com a candidatura do Governo, numa aliança com outros partidos.

O PSDB sempre manifestou que teria candidato ao Governo, e ele seria o senador Paulo Bauer. Inclusive a convenção partidária, realizada no final de julho, encaminhou isso.

Mas, surpreendentemente, a sigla abriu mão do projeto que acalentava e optou por ocupar um papel secundário, fechando aliança com Mauro Mariani (MDB), com Napoleão de candidato a vice e Paulo Bauer a Senado.

Os argumentos eram fortalecer a campanha de Geraldo Alckmin à Presidência e garantir uma coligação que garantisse um bom desempenho para os candidatos do partido à Assembleia Legislativa e Câmara dos Deputados.

O presidenciável não conseguiu o palanque esperado e teve um desempenho pífio no estado.

Reduziu de dois para um o número de deputado federal, apenas Geovânia de Sá. Tem quatro deputados estaduais, mas a partir de 2019 serão apenas dois.

Tinha duas vagas no Senado – Dalirio Beber e Paulo Bauer -. Não terá nenhuma a partir de 2019.

 

 

5 Comentário

  1. Mereceram , fazem política para seus egos, não SÃO HOMENS PÚBLICOS .

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