Com Jair em IA, convenção do PL para homologar Flávio Bolsonaro tem Milei, mas pouca gente da família

Foto: Nélson Almeida / AFP

Com uma inovação que vai render muito debate jurídico-eleitoral, a convenção do PL, que homologou o nome do senador Flávio Bolsonaro, não teve a total participação da família, teve um presidente da Argentina fazendo um mini show de rock e poucos parceiros eleitorais.

A inovação é um vídeo feito por meio de inteligência artificial de Jair Bolsonaro, preso e, portanto, impedido de manifestações públicas.  No vídeo, Bolsonaro pai diz estar “preso e calado por uma decisão arbitrária”, diz que “nenhuma prisão vai calar o sentimento de esperança” despertado por seu movimento e pede que os apoiadores recebam Flávio “de braços abertos” como candidato à Presidência.

Dos dois irmãos que poderiam estar presentes, apenas Jair Renan prestigiou o irmão. O pré-candidato ao Senado por Santa Catarina, Carlos Bolsonaro, não esteve presente e gravou um vídeo, assim como a esposa do pai, Michelle Bolsonaro, que também preferiu mandar uma mensagem eletrônica.

Se Carlos Bolsonaro não estava, o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello, marcou presença, assim como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do Republicanos. Aliás, foi a única grande liderança de peso de fora do PL presente no ato, mostrando a dificuldade de Flávio de atrair aliados históricos do PP e União Brasil.

O presidente da Argentina, Javier Milei, deu um show à parte para aqueles que acham que a política é um show. Disse que apenas Flávio poderia “parar Lula”.

Em seu discurso, Flávio tentou se colocar como a continuidade do legado de Jair Bolsonaro, fez ataques ao STF e fez propostas genéricas.

O PL fez sua convenção sem ter um nome para oferecer à vice, depois de ter recebido negativa de partidos aliados.

1 Comentário

  1. Javier Milei , presidente da Argentina esteve no local.
    Bem melhor que receber Nicolas Maduro com tapete vermelho como Lula costumava fazer.
    Não sejamos hipócritas, olha a diferença, a direita recebe um presidente eleito democraticamente (sem urnas eletrônicas) a esquerda recebia Nicolas Maduro, hora preso por corrupção, trafico de drogas e todos os outros crimes imputados a ele .
    Como dia o ditado : “Diga-me com quem andas, que te direi que és”.

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