O “cascalho” caiu para as principais candidaturas em Santa Catarina, para o Governo e Senado. Com números estratosféricos, tudo irrigado por recursos do Fundo Eleitoral.
Candidato à reeleição, o governador Jorginho Mello (PL) recebeu R$ 5.790.000,00, R$ 5.710.000,00 do “fundão”. Caroline de Toni (PL), candidata ao Senado, recebeu R$ 4.300.000. Seu colega de chapa, Carlos Bolsonaro (PL), ainda não fez sua primeira prestação de contas.
João Rodrigues, candidato ao governo pelo PSD, conta em caixa com R$ 5.500.000. Na mesma chapa, mas candidatos ao Senado, Esperidião Amin (PP) tem R$ 2.813.701,06 e Antídio Lunelli (MDB) R$ 2.500.000,00.
Gelson Merisio conta com R$ 1 milhão na conta, que aparece na prestação como recurso próprio. Décio Lima, candidato ao Senado pelo PT, já tem R$ 2.223.600,77, recursos do Fundo Eleitoral.
O limite de gastos para a campanha ao governo no primeiro turno é de R$ 11.562.724. Para o Senado, o limite é R$ 4.447.201,54.




E quem paga todo este absurdo , você e eu .
E ainda dizem que querem ser eleitos para “LUTAR” pelo povo ?
Somando o que esta descrito, são R$ 24,0 Milhões , quantos postos de saude, quantas escolas, quantas viaturas para polícia , quantas cirurgias este recurso proporcionaria .
São R$ 5.000.000.000,00 que esta turma vai gastar para convencer você que eles lutam pelo povo ….Eu não acredito , mas tem gente que acredita…Temos de votar , não podemos deixar os piores entrar, mas vou escolher muito bem .