A falta que faz um presidenciável

A clássica cena do cinema mundial, com John Travolta, no filme Pulp Fiction, me fez pensar no final de semana do candidato ao governo, João Rodrigues (PSD), ao ver seus dois principais adversários capitalizarem os olhares do eleitorado catarinense por conta da presença no estado de dois presidenciáveis.

Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) deram um gás na militância e nos candidatos aliados. Fizeram eventos concorridos, com bastante repercussão nas redes sociais. Cada um para seu público.

João Rodrigues ainda procura seu público, no caso, eleitor. Mas, sem um candidato competitivo a presidente para chamar de seu, perde terreno. O ex-governador Ronaldo Caiado (PSD) não empolga fora das linhas territoriais de Goiás.

Faltando duas semanas para a votação, na reta final da campanha, Jorginho Mello espera o tempo para reeleger-se no primeiro turno, com pouco risco de sobresalto. Se, por ventura, alguma candidatura pode ganhar musculatura nestes últimos dias a ponto de sonhar em chegar ao segundo turno, não parece a do ex-prefeito de Chapecó, e sim a de Merisio, por conta de Lula.

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