A difícil saga de Caroline de Toni na corrida ao Senado

Foto: CMB

Na corrida para disputar uma vaga ao Senado pelo PL, a deputada federal Caroline de Toni tem enfrentado um bom fogo amigo. Primeiro o vereador carioca, Carlos Bolsonaro, imposto pelo pai Jair Bolsonaro, caindo de paraquedas numa das vagas; depois, o governador Jorginho Mello, presidente estadual do 22, afirmando que a segunda vaga na chapa majoritária estava reservada a Esperidião Amin, do PP. Quando Jorginho passou a entender que a ausência dela geraria uma fissura interna imprevisível, que deveria rifar Amin, agora é a vez do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, que, segundo informações que vem da imprensa nacional, descartou a candidatura dela ao Senado.

Valdemar e Caroline se reuniram nesta terça-feira e o presidente comunicou a decisão, para manter as articulações PL e PP. Nesta quarta-feira, Valdemar, Jorginho Mello e Caroline de Toni devem fazer nova rodada de conversas. O objetivo será convencer ela, mais votada em 2022,  a tentar a reeleição e assumir uma protagonismo ainda maior na próxima legislatura da Câmara dos Deputados.

Ela já anunciou incômodo com a possibilidade e não nega que pode até deixar a sigla. Um risco que Valdemar e Jorginho precisam saber se querem correr.

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