O deputado federal Gilson Marques, que tem domicílio eleitoral em Pomerode e foi o único catarinense eleito na bancada do NOVO, subiu no muro sobre a posição partidária a respeito dos pedidos de impeachment do Presidente Bolsonaro.
Para o colega Evandro de Assis, do Jornal de Santa Catarina/NSC, ele disse que a posição oficial do partido foi apenas um “tuíte”, que não houve deliberação e que a manifestação não é vinculante.
Tentei ouvir a posição do deputado via assessoria, que enviou uma manifestação compartilhada nas redes sociais, onde o parlamentar diz que só vai se posicionar se algum dos 124 pedidos (segundo ele) for aceito pelo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira.
Gilson Marques afirma que não se manifesta sobre matérias que não analisou ou que não estão em pauta. “Quem acha que os problemas do Brasil giram em torno de uma pessoa é porque ainda não entendeu o problema”, finalizou.
A posição do NOVO sobre o assunto é bastante clara, muito além de apenas um tuíte. Diz que, após uma “detalhada análise técnica, consultas a juristas, discussões, e ampla reflexão sobre os fatos apresentados e consolidados pela CPI da Pandemia, o NOVO conclui de forma inequívoca que o presidente Jair Bolsonaro cometeu diversos crimes de responsabilidade previstos na Lei Federal nº 1.079/50.”
Leia a posição completa neste link.



Para esse ser sustentado por R$ público, vale a máxima do “Barão de Itararé”:
“De onde menos se espera, daí é que não sai nada”