Motivo da demissão no Inep, empolgação de analistas e investidores baixando e as duas soluções de Bolsonaro para os cortes

Foto: reprodução internet

Motivo da demissão no Inep

O saída de Elmer Coelho Vicenzi da presidência do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) está ligada a uma divergência sobre acesso a dados de estudantes coletados pelo Censo da Educação.

Segundo fontes ligadas à área da educação no governo, o pedido de quebra de sigilo de dados dos alunos, coletados pelo Inep todos os anos, foi um dos motivos que pesaram na demissão.

O pedido para acessar os dados foi feito por Elmer com o conhecimento do ministro da Educação Abraham Weintraub. O objetivo era emitir uma nova carteirinha estudantil que o governo pretende lançar.

Este foi o início da queda de braço entre o presidente do Inep e a procuradoria jurídica do mesmo instituto. A procuradoria negou o pedido, argumentando que a confidencialidade é garantida por lei.

Com informações: G1

Empolgação baixando

Analistas e investidores estrangeiros afirmam que o mercado brasileiro apostou alto demais na velocidade dos resultados do governo Bolsonaro.

Os impasses entre Executivo e Legislativo sobre a reforma da Previdência, as manifestações do dia 15 de maio, a demora na retomada do crescimento e o desemprego crescente preocupam investidores americanos – de onde Jair Bolsonaro espera receber investimentos – que estiveram em um evento do Itaú em Nova York.

Com informações: Folha

As duas saídas de Bolsonaro para os cortes

Como de praxe em sua comunicação, o presidente Jair Bolsonaro publicou no Twitter na manhã desta sexta-feira (17) dois caminhos no que pensa ser a solução para o contingenciamento de gastos. “Ou imprime dinheiro e gera inflação, ou comete-se crime de responsabilidade fiscal”, escreveu. No mesmo tom do que disse ontem, em Dallas, sobre a possibilidade de sofrer impeachment por crime de responsabilidade, Bolsonaro disse que “quem finge não entender essa lógica age como um abutre, aguardando ansiosamente pelo mal do Brasil para no fim se alimentar dele”.

Bolsonaro, assim como o seu ministro da Educação, voltou a culpar governos anteriores pela falta de verba e pelos cortes. “Temos trabalhado de modo a conter essas ações, necessárias pela herança dos rombos causados pelo desgoverno do PT, e manter, na medida do possível, a destinação dos recursos para áreas essenciais, mesmo com pouco dinheiro, mas existe uma realidade e não podemos extrapolá-la”, escreveu. Segundo o presidente, essas “são as consequências de um governo socialista”, avaliou.

Com informações: O Antagonista

Resumo do Brasil: motivo da demissão no Inep, empolgação baixando de analistas e investidores e as duas saídas de Bolsonaro para os cortes.

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